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Araguina,11/04/2026

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Furto de energia gera 18 prisões e recuperação de mais de 1,2 mil MWh no Tocantins em 2026


Furto de energia gera 18 prisões e recuperação de mais de 1,2 mil MWh no Tocantins em 2026

As ações de combate ao furto de energia elétrica no Tocantins resultaram na recuperação de 1.218 megawatt-hora (MWh) apenas nos três primeiros meses de 2026. O volume é suficiente para abastecer, durante um mês, uma cidade do porte de Peixe, com cerca de 5.246 unidades consumidoras.


No mesmo período, foram identificadas 707 irregularidades em unidades consumidoras em todo o estado. Desse total, 273 casos estavam relacionados a desvios de energia — os chamados “gatos” — enquanto 434 ocorrências envolveram adulterações em medidores, prática utilizada para reduzir o registro do consumo real.


Palmas lidera ocorrências

A capital, Palmas, lidera o ranking de irregularidades, com 290 registros no primeiro trimestre de 2026, concentrando a maior parte das ações de fiscalização realizadas pela concessionária de energia.


Para intensificar o combate a esse tipo de crime, a Energisa Tocantins realizou 5.177 inspeções técnicas no período, além de 49 operações com apoio da Polícia Civil. As ações resultaram em 18 prisões e 31 intimações, totalizando 49 medidas legais — número superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram contabilizadas 46 ocorrências entre prisões e intimações.

Crime e risco à população

De acordo com o coordenador de combate a perdas da Energisa Tocantins, Renato Nunes, o furto de energia vai além do prejuízo financeiro e impacta diretamente toda a sociedade.


“Essa é uma prática ilegal que compromete a qualidade do fornecimento, sobrecarrega a rede elétrica e pode provocar interrupções no serviço. Além disso, representa um risco real à segurança das pessoas, com possibilidade de acidentes graves, como choques elétricos e incêndios”, destacou.

O furto de energia é crime previsto no Código Penal Brasileiro e pode resultar em prisão, além da obrigatoriedade de ressarcimento dos valores desviados.


A prática também coloca em risco não apenas quem realiza a ligação irregular, mas toda a vizinhança, devido à possibilidade de choques elétricos, curtos-circuitos, incêndios e até acidentes fatais.


Denúncias podem ser anônimas


A concessionária reforça que a participação da população é essencial no combate ao crime. As denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio dos canais de atendimento da Energisa, como o call center, aplicativo e WhatsApp, além da Polícia Militar, pelo 190.





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