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Araguina,13/08/2026

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PASTOR ELISEU RODRIGUES DEFENDE QUE CRISTÃOS POSSAM ESTAR ARMADOS PARA PROTEGER A FAMÍLIA


PASTOR ELISEU RODRIGUES DEFENDE QUE CRISTÃOS POSSAM ESTAR ARMADOS PARA PROTEGER A FAMÍLIA

O pastor Elizeu Rodrigues defendeu que cristãos possam estar armados para proteger a própria família em situações de violência ou ameaça. A declaração foi feita durante sua participação no Eu Acredito Podcast, em uma conversa sobre fé, perseguição religiosa e defesa da família.

Durante o programa, o apresentador questionou o pastor sobre como um cristão deveria agir diante de uma possível invasão à sua casa com a intenção de atacar familiares.

Em resposta, Elizeu Rodrigues afirmou que, caso alguém invadisse sua residência para atacar sua esposa ou seus filhos, ele reagiria.

“Se tentar entrar na minha casa para meter a faca nos meus filhos, na minha esposa, leva bala. Meu lugar de pregar é na praça, é na igreja. Agora, invadir minha casa para assassinar minha família por causa de religião, morre.”

Na sequência, o apresentador perguntou diretamente se, na visão do pastor, o cristão deveria estar armado para se defender de criminosos ou até mesmo de possíveis ataques de radicais religiosos. Elizeu respondeu de forma afirmativa.

“Claro, claro, claro”, disse o pastor.

Exemplos de outros países

Para explicar sua posição, Elizeu Rodrigues citou situações vividas por comunidades cristãs em países onde, segundo ele, existe maior risco de ataques por motivação religiosa.

O pastor mencionou igrejas na África que, segundo seu relato, contam com fiéis armados para a segurança, além de grandes cruzadas evangelísticas realizadas no Paquistão, onde haveria pessoas responsáveis pela proteção dos participantes diante do temor de atentados.

Durante a conversa, o pastor também fez uma distinção entre a atividade de evangelização e a defesa diante de uma ameaça direta. Segundo ele, o papel do cristão é pregar a fé em igrejas e espaços públicos, mas uma situação de invasão à residência com risco à vida de familiares seria, em sua visão, uma questão de defesa.

A declaração gerou discussões sobre os limites entre fé, proteção da família e o direito à legítima defesa. No Brasil, a posse e o porte de armas são regulamentados por legislação específica, e a autorização para possuir ou portar uma arma não decorre simplesmente da convicção de que uma pessoa deve se defender.





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