MULHER É PRESA APÓS CONFUSÃO EM UPA DE Tocantinópolis DURANTE ATENDIMENTO A BEBÊ
Uma mulher foi presa na noite desta segunda-feira (27) após se envolver em uma confusão dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tocantinópolis, no norte do Tocantins. Ela acompanhava um bebê de apenas 7 meses que buscava atendimento médico.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a mulher critica a demora no atendimento e denuncia a suposta ausência de médico na unidade. Em tom de revolta, ela afirma que a criança apresentava febre há semanas e que não teve o problema resolvido, mesmo após diversas idas a unidades de saúde do município.
Em um dos registros, a mulher relata que o bebê foi levado à UPA ao menos seis vezes em um intervalo de 22 dias. “Criança não espera, tem prioridade”, desabafa. Em outro momento, ela mostra pacientes aguardando atendimento e afirma que não havia médico no consultório naquele instante.
As imagens também mostram quando a mulher é algemada e conduzida por policiais militares até uma viatura.
Histórico de atendimento
Segundo o relato da própria mulher, o bebê vinha sendo atendido em unidades básicas de saúde ao longo das últimas semanas, sempre com sintomas de febre, mas sem uma solução definitiva para o problema.
O que diz a Polícia Militar
Em nota, a Polícia Militar do Tocantins (PMTO) informou que foi acionada para atender uma ocorrência de desordem dentro da unidade de saúde.
De acordo com a corporação, profissionais relataram que a mulher apresentava comportamento alterado, teria invadido um consultório em atendimento, feito ameaças e causado perturbação no funcionamento da UPA.
A PM afirmou que os policiais tentaram inicialmente conter a situação por meio de diálogo e orientações sobre as implicações legais. No entanto, diante da continuidade do comportamento e da resistência às ordens, foi necessária a contenção.
Ainda segundo a nota, houve resistência ativa durante a abordagem, sendo a mulher encaminhada à Central de Atendimento da Polícia Civil, onde o caso foi apresentado à autoridade competente.
A corporação destacou que atua dentro dos limites legais, com o objetivo de preservar a ordem pública e garantir a segurança de profissionais de saúde e usuários dos serviços essenciais.






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